As alterações nas unhas dos pés são uma das mudanças que costumam aparecer quando o diabetes começa a afetar os pés, e podem ser um sinal precoce de que seus pés precisam de atenção extra. Com o tempo, o açúcar elevado no sangue, a circulação reduzida e o dano nos nervos mudam a forma como as unhas crescem, aparecem e cicatrizam. Unhas espessas, amareladas ou com coloração alterada, quebradiças ou encravadas são comuns — e no diabetes merecem ainda mais atenção do que na maioria das pessoas, porque um pequeno problema na unha pode se transformar em uma infecção séria no pé. A boa notícia é que a maioria dessas situações pode ser prevenida com hábitos diários simples e o acompanhamento profissional adequado. Neste artigo você vai aprender como são as unhas dos pés afetadas pelo diabetes, por que o diabetes as causa, como cuidar das suas unhas com segurança em casa, como são tratadas as unhas com fungo e as encravadas, e quais são os sinais de alerta que indicam que é hora de consultar um médico.
O que são as alterações nas unhas dos pés no diabetes e por que elas importam?
Alterações nas unhas dos pés no diabetes é um termo simples para os problemas nas unhas que tendem a surgir em pessoas que vivem com diabetes. As unhas em si não são uma doença à parte; elas são um sinal visível do que o diabetes pode fazer na pele, nos nervos e nos vasos sanguíneos dos pés. Como as unhas dos pés crescem devagar e ficam na extremidade da circulação, elas costumam mostrar os primeiros indícios de que algo precisa de mais atenção.
Essas mudanças são importantes porque o pé diabético é mais frágil do que a maioria das pessoas imagina. Quando a sensibilidade está reduzida, uma unha cravada na pele ou uma rachadura causada por uma unha espessa pode passar despercebida. Quando a circulação está comprometida, pequenas lesões na pele cicatrizam lentamente e podem infeccionar. Por isso, os podólogos tratam o cuidado com as unhas como parte da proteção do pé como um todo, e não como um detalhe estético. Nosso guia completo explica causas e sintomas do diabetes se você quiser entender melhor o que está por trás dessas mudanças nos pés.
Como o diabetes afeta as unhas dos pés
Três problemas interligados são responsáveis pela maioria das alterações nas unhas dos pés em pessoas com diabetes: lesão nos nervos, má circulação e maior risco de infecção. Entender cada um deles torna muito mais fácil seguir os conselhos de cuidado diário apresentados mais adiante neste artigo.
Lesão nos nervos que reduz a sensibilidade
O alto nível de açúcar no sangue por um longo período pode lesionar os nervos dos pés, uma condição chamada neuropatia periférica. Quando esses nervos são afetados, você pode sentir menos dor, pressão ou temperatura. Isso parece inofensivo, mas significa que uma unha encravada, uma bolha causada por uma unha espessa ou um pequeno corte podem se desenvolver sem que você perceba. A sensibilidade reduzida é um dos principais motivos pelos quais um problema simples de unha no diabetes pode se tornar silenciosamente uma ferida.
Má circulação que retarda a cicatrização
O diabetes pode estreitar e endurecer as artérias que levam sangue às pernas e aos pés, um problema conhecido como doença arterial periférica. As unhas e a pele precisam de um fluxo sanguíneo constante para crescer e se regenerar. Com menos circulação, as unhas dos pés podem crescer devagar, ficar sem brilho e parar de cicatrizar normalmente após pequenos danos. A má circulação também dificulta que o organismo leve as células imunológicas e os antibióticos necessários para combater infecções.
Alto nível de açúcar no sangue que favorece infecções
O nível elevado de açúcar no sangue cria um ambiente propício para fungos e bactérias, além de enfraquecer a resposta imunológica que normalmente os eliminaria. É por isso que a micose nas unhas é tão comum no diabetes e por que as infecções podem se espalhar rapidamente quando começam. Manter a glicose em uma faixa saudável protege tanto os nervos quanto as defesas do organismo — por isso é importante conhecer os níveis ideais de HbA1c e interpretar níveis de glicose no sangue com sua equipe de saúde.
Alterações comuns nas unhas dos pés em diabéticos que merecem atenção
Nem toda alteração nas unhas é uma emergência, mas cada uma merece atenção. A tabela abaixo relaciona as alterações mais comuns nas unhas dos pés em diabéticos com o que elas podem indicar e uma primeira medida segura a tomar. Use-a como guia para o seu exame diário dos pés, e não como substituto de orientação profissional.
| Alteração na unha | O que pode indicar | Uma primeira medida segura |
|---|---|---|
| Unhas grossas e duras | Infecção fúngica ou pressão de calçados apertados; mais difícil de aparar com segurança | Peça a um podólogo que afine e apare as unhas em vez de forçar o cortador |
| Cor amarela ou marrom | Micose nas unhas ou hematoma antigo sob a unha | Obtenha um diagnóstico correto antes de tratar; nem sempre é apenas estético |
| Bordas quebradiças e esfarelando | Infecção fúngica de longa data ou crescimento lento da unha | Pergunte sobre tratamento antifúngico e lixamento profissional suave |
| Manchas brancas ou verdes | Infecção fúngica ou bacteriana sob ou ao redor da unha | Consulte um profissional; um tom esverdeado geralmente indica bactérias |
| Cantos encravados com vermelhidão | Uma unha crescendo para dentro da pele, uma porta de entrada comum para infecções | Não tente remover em casa; marque uma consulta com um podólogo o quanto antes |
| Unhas de crescimento lento ou que não cicatrizam | Fluxo sanguíneo reduzido por doença arterial periférica | Informe à sua equipe de saúde, pois sua circulação pode precisar de avaliação |
| Vermelhidão, calor ou pus | Uma infecção ativa ao redor da unha | Procure atendimento médico no mesmo dia |
Micose nas unhas e diabetes
A infecção fúngica nas unhas, conhecida medicamente como onicomicose, é a causa mais comum de alterações nas unhas dos pés em pessoas com diabetes. Geralmente começa como uma pequena mancha branca ou amarela sob a ponta da unha e se espalha lentamente, deixando a unha grossa, descolorida e quebradiça. No diabetes, o fungo se instala com mais facilidade porque o açúcar elevado no sangue e a circulação reduzida enfraquecem as defesas naturais do pé.
O impulso de tratar com um produto de farmácia é compreensível, mas o autotratamento traz riscos reais para quem tem diabetes. Cremes vendidos sem receita muitas vezes não conseguem alcançar o fungo que vive fundo sob a unha, e o atraso pode deixar a infecção piorar. Alguns antifúngicos orais também interagem com outros medicamentos, o que é importante porque muitas pessoas com diabetes tomam vários remédios ao mesmo tempo. Um profissional de saúde pode confirmar o diagnóstico — às vezes com uma amostra da unha — e escolher um tratamento adequado à sua lista completa de medicamentos. Se suas unhas estiverem doendo ou a pele ao redor parecer infectada, seu médico pode solicitar um hemograma completo para verificar sinais de infecção em expansão.
Unhas encravadas e diabetes
Uma unha encravada acontece quando a borda da unha cresce para dentro da pele ao redor, causando vermelhidão, inchaço e dor. Em quem não tem diabetes, é um incômodo. No diabetes, pode ser o início de um problema sério, pois a ruptura na pele é uma porta aberta para bactérias, e a sensibilidade reduzida pode impedir que você perceba o problema logo no início.
A regra mais importante é simples: evite fazer cirurgia no banheiro de casa. Cutucar o canto da unha com alicate ou agulha pode criar exatamente o tipo de ferida que demora a cicatrizar e infecciona com facilidade. Em vez disso, mantenha o dedo limpo, use sapatos folgados e trate a unha com um profissional. Um podólogo pode aliviar uma unha encravada com segurança e, em casos recorrentes, discutir um pequeno procedimento que remove apenas a borda problemática. Nosso artigo relacionado aborda cuidados com unhas encravadas nos dedos das mãos, e muitos dos mesmos princípios se aplicam aos dedos dos pés.
Cuidados diários com os pés e as unhas no diabetes
A maioria dos problemas nas unhas dos pés causados pelo diabetes pode ser prevenida, e bons hábitos diários são sua ferramenta mais poderosa. A lista abaixo reúne os pontos essenciais recomendados por podólogos e organizações especializadas em diabetes.
- Verifique os dois pés todos os dias, incluindo entre os dedos e ao redor de cada unha, usando um espelho se necessário.
- Lave os pés em água morna (não quente) e seque-os bem, especialmente entre os dedos.
- Corte as unhas em linha reta e suavize as pontas afiadas com uma lixa.
- Hidrate o dorso e a planta dos pés, mas não entre os dedos, para evitar rachaduras.
- Nunca ande descalço e verifique o interior dos sapatos em busca de pedrinhas ou costuras ásperas antes de calçá-los.
- Escolha sapatos bem ajustados e meias limpas e secas que não apertem os dedos.
- Consulte um podólogo regularmente e comunique qualquer alteração nova nas unhas ou na pele o quanto antes.
Como cortar as unhas com segurança
Corte as unhas dos pés em linha reta, sem arredondar os cantos, o que reduz o risco de unha encravada. Use um alicate limpo e afiado e lixe as bordas irregulares. Se suas unhas forem grossas, de difícil acesso ou se você tiver pouca sensibilidade nos pés, deixe um profissional fazer o corte. Não há nenhum mérito em fazer isso sozinho, e o risco de um corte acidental não vale a pena.
Verificação diária dos pés
Examinar os pés diariamente leva menos de um minuto e permite identificar problemas enquanto ainda são pequenos. Observe mudanças de cor, inchaço, rachaduras e qualquer alteração ao redor das unhas. Como a neuropatia pode mascarar a dor, muitas vezes seus olhos percebem o problema antes que seus pés o sintam. As orientações do CDC’s sobre cuidados com os pés no diabetes oferecem uma rotina simples que você pode incorporar ao se vestir toda manhã.
Hidratação e calçados
A pele seca e rachada é mais uma porta de entrada para infecções, por isso a hidratação diária ajuda — desde que você mantenha o espaço entre os dedos seco. Sapatos bem ajustados protegem as unhas da pressão que causa espessamento e encravamento. Muitas pessoas com diabetes se beneficiam de calçados mais largos ou feitos sob medida.
Acompanhamento profissional com podólogo
Um podólogo é um especialista em pés, e consultas regulares são um dos melhores investimentos para a saúde dos pés de quem tem diabetes. Ele pode aparar unhas grossas com segurança, tratar fungos e bordas encravadas, remover calosidades e identificar sinais precoces de problemas nervosos ou circulatórios. Se você já teve uma úlcera no pé ou perda de sensibilidade, provavelmente precisa de consultas mais frequentes. Para acompanhar o controle do açúcar no sangue que protege seus pés, nosso guia complementar aborda hemoglobina glicada e controle do açúcar no sangue, e nossa visão geral descreve os principais exames de sangue para diabetes.
Sinais de alerta que precisam de atenção médica imediata
Algumas alterações nas unhas e nos pés não devem esperar até a próxima consulta de rotina. Entre em contato com um profissional de saúde rapidamente se você notar qualquer um dos seguintes sinais.
- Vermelhidão, calor, inchaço ou pus ao redor de uma unha ou em qualquer parte do pé.
- Uma unha do pé solta, se levantando ou que caiu parcialmente.
- Uma unha encravada que está dolorida, com secreção ou que não está melhorando.
- Uma ferida, bolha ou úlcera nova que não começa a cicatrizar em um ou dois dias.
- Unhas ou dedos que ficam escuros, azulados ou pretos, o que pode indicar má circulação.
- Febre ou mal-estar geral junto com um problema no pé.
Esses sintomas podem indicar que uma infecção está se instalando, e uma infecção que se espalha pode elevar o seu nível elevado de proteína C-reativa, um marcador sanguíneo que os médicos usam para avaliar a inflamação. Agir cedo é a melhor forma de evitar que um problema na unha se torne uma ferida que coloca o pé em risco.
Últimos avanços científicos
As pesquisas sobre unhas e cuidados com os pés em pessoas com diabetes avançaram muito nos últimos anos. Veja o que alguns dos estudos mais relevantes descobriram recentemente, explicado em linguagem simples e o que isso pode significar para você.
Uma revisão científica de 2023 que reuniu dados de milhares de pessoas com diabetes constatou que a micose nas unhas, ou onicomicose, é muito comum, afetando cerca de uma em cada três pessoas. A revisão também associou a condição a danos nos nervos dos pés e a níveis elevados de açúcar no sangue a longo prazo. O que isso significa para você: as alterações nas unhas causadas por fungos não são apenas uma questão estética; elas podem ser um sinal de que seus nervos ou seu controle glicêmico merecem uma atenção mais cuidadosa — por isso vale a pena mostrar a um profissional em vez de ignorar.
Uma revisão sistemática de 2026 que acompanhou milhares de pessoas com diabetes ao longo do tempo relatou que a onicomicose, junto com a má circulação e a redução da sensibilidade nos pés, estava entre os fatores associados ao desenvolvimento posterior de úlcera no pé, uma ferida aberta na região plantar. Os autores ressaltaram que o nível de certeza das evidências era baixo para muitos desses fatores. O que isso significa para você: unhas saudáveis fazem parte da prevenção de problemas maiores, e tratar uma unha com fungo ou encravada precocemente é uma forma de proteger o pé como um todo — mesmo que uma alteração na unha seja um sinal de alerta, e não uma garantia de complicações.
Uma revisão de 2025 analisou especificamente como tratar a micose nas unhas em pessoas com diabetes. A conclusão foi que os tratamentos antifúngicos convencionais parecem seguros quando o diabetes está bem controlado, mas o estudo destacou a importância de verificar possíveis interações com outros medicamentos que a pessoa já usa. Também foi observado que a maioria dos estudos excluiu pessoas com complicações graves, portanto as evidências são mais limitadas para os casos mais delicados. O que isso significa para você: esse é um motivo importante para não se automedicar e deixar que um médico ou podólogo escolha a opção mais segura para a sua situação.
Por fim, um ensaio clínico randomizado de 2025 — um estudo em que os tratamentos são distribuídos por sorteio para compará-los de forma justa — testou a combinação de terapia a laser e fototerapia (terapia fotodinâmica) em comparação com um esmalte antifúngico convencional. O estudo relatou taxas de cura mais altas e cicatrização mais rápida com a combinação. O que isso significa para você: se cremes e esmaltes não surtiram efeito, existem opções mais modernas disponíveis em clínicas especializadas que valem a pena discutir com um especialista — embora este tenha sido um estudo inicial e de pequeno porte, que ainda precisa ser confirmado em grupos maiores, especialmente entre pessoas com diabetes.
Glossário de termos-chave
| Prazo | Definição |
|---|---|
| Onicomicose | Uma infecção fúngica da unha que provoca espessamento, descoloração e esfarelamento. |
| Neuropatia periférica | Lesão nos nervos, frequentemente causada pelo diabetes, que reduz a sensibilidade nos pés e nas mãos. |
| Doença arterial periférica | Estreitamento das artérias que reduz o fluxo de sangue para as pernas e os pés. |
| HbA1c | Um exame de sangue que reflete a média do nível de açúcar no sangue nos últimos três meses aproximadamente. |
| Desbridamento | Corte ou remoção profissional de tecido de unha e pele espessados, mortos ou infectados. |
| Avulsão ungueal | Um procedimento para remover parte ou toda a unha do pé, utilizado às vezes em casos de unhas encravadas ou infectadas de difícil resolução. |
| Úlcera no pé diabético | Uma ferida aberta no pé que pode se desenvolver quando pequenos ferimentos passam despercebidos ou cicatrizam lentamente. |
| Calo | Uma área de pele espessada causada por pressão ou atrito repetidos. |
Perguntas frequentes
Por que você não deve cortar as unhas dos pés sozinho se tem diabetes?
Em muitos casos, você pode aparar suas próprias unhas com segurança se tiver boa sensibilidade e visão nos pés e as unhas forem de espessura normal. O cuidado se aplica quando a neuropatia reduziu a sensação, a circulação está comprometida ou as unhas estão grossas e difíceis de cortar, pois um pequeno corte pode se transformar em uma ferida que você talvez não sinta. Nessas situações, um podólogo ou enfermeiro treinado deve fazer o corte. Em caso de dúvida, pergunte à sua equipe de saúde o que é mais adequado para você.
O diabetes pode fazer as unhas dos pés caírem?
Sim, isso pode acontecer. Uma unha muito espessa ou gravemente infectada pode se soltar e se desprender, e um machucado sob um dedo sem sensibilidade pode levantar a unha quase sem dor. Uma unha solta ou se desprendendo deve ser avaliada por um profissional, e não arrancada, pois o leito ungueal exposto pode se infectar. O tratamento rápido ajuda o dedo a cicatrizar com segurança.
Como são as primeiras alterações nas unhas dos pés causadas pelo diabetes?
Os primeiros sinais costumam ser sutis: uma pequena mancha branca ou amarela sob a unha, leve espessamento, mudança no brilho ou unhas que parecem crescer mais devagar. Como essas alterações são fáceis de passar despercebidas, verificar os pés diariamente é a melhor forma de identificá-las. Mostrar qualquer mudança nova a um profissional logo no início torna o tratamento mais simples.
Os antifúngicos vendidos sem receita são seguros para quem tem diabetes?
Muitos produtos tópicos apresentam baixo risco, mas frequentemente não conseguem eliminar o fungo que vive profundamente sob a unha, e depender deles pode atrasar um tratamento eficaz. Como o diabetes aumenta os riscos de qualquer infecção nos pés, o ideal é que um profissional de saúde confirme o diagnóstico e indique o tratamento mais adequado, especialmente antes de usar antifúngicos orais, que podem interagir com outros medicamentos.
Com que frequência uma pessoa com diabetes deve consultar um podólogo?
Um exame anual dos pés é uma frequência mínima comum, mas pessoas com neuropatia, circulação comprometida ou histórico de úlceras geralmente precisam de consultas mais frequentes, às vezes a cada poucos meses. Sua equipe de saúde pode definir um cronograma de acordo com seu risco. Entre as consultas, a autoavaliação diária continua sendo essencial.
Um melhor controle do açúcar no sangue pode melhorar minhas unhas dos pés?
Um controle melhor não vai reparar uma unha danificada de imediato, mas favorece nervos, circulação e defesa imunológica mais saudáveis, o que ajuda as unhas a crescerem e cicatrizarem ao longo do tempo e reduz o risco de novas infecções. Manter a glicemia estável é uma das medidas mais eficazes que você pode adotar para cuidar dos seus pés.
Fontes
- National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases (NIDDK) — Diabetes and Foot Problems — U.S. National Institutes of Health, 2023 — niddk.nih.gov
- Centers for Disease Control and Prevention (CDC) — Your Feet and Diabetes — CDC, 2024 — cdc.gov
- Mayo Clinic — Amputação e diabetes: como proteger seus pés — Mayo Clinic, 2024 — mayoclinic.org
- Navarro-Pérez D, et al. — Onicomicose associada à síndrome do pé diabético: uma revisão sistemática — Mycoses, 2023 — doi.org/10.1111/myc.13577
- Lazaris AM, et al. — Úlcera do pé diabético: uma revisão sistemática dos fatores de risco — Journal of Wound Care, 2026 — doi.org/10.12968/jowc.2023.0017
- Navarro-Pérez D, et al. — Tratamento da onicomicose e interações medicamentosas em pacientes com diabetes mellitus e síndrome do pé diabético: uma revisão sistemática — Infectious Disease Reports, 2025 — doi.org/10.3390/idr17010004
- García-Oreja S, et al. — Laser de diodo e terapia fotodinâmica com laser vermelho versus esmalte de unhas ciclopirox 8% HPCH para onicomicose: um ensaio clínico randomizado controlado — Mycoses, 2025 — doi.org/10.1111/myc.70121
Leitura complementar
- Glicemia em jejum: guia completo
- Procalcitonina: um marcador sanguíneo de infecção explicado
- Linfócitos e sua defesa imunológica
- AVC (acidente vascular cerebral): sinais e causas
- Hemoglobina: um marcador sanguíneo essencial explicado
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Suas unhas dos pés e seus exames de sangue contam uma história conectada sobre como o diabetes está afetando seu corpo. Entender resultados como HbA1c, glicemia em jejum e hemograma completo pode ajudar você a ver o quão bem o açúcar no sangue está controlado e se uma infecção pode estar se desenvolvendo. O AI DiagMe ajuda você a entender o que esses números significam em linguagem simples, para que você possa ter uma conversa mais esclarecida com sua equipe de saúde. Ele não diagnostica condições e não substitui seu médico.



